Imaginei que se os outros astros soubessem o que a Terra pensa deles, seriam generosos...
Betelgeuse apressou-se em alcançar o sucesso, ultrapassando o irmão Sol, que preferiu um cozinhar mais lento, jogar no seguro, sabe como é. A fraternidade é determinada por aquela joiazinha azul tão discreta, frente aos dois estouros celestiais, mantém-se como consciência flutuante, que escolhe voltar sua atenção e fazer correlações pouco convencionais. No inicio, tais correlações só fazem sentido para ela mas, depois, pela pura diversão, os astros maiores abraçam tudo o que ela oferece, adotando mesmo como uma verdade, por esse espaço de tempo tão breve, que fez coincidir suas existências. Já foram indiferentes um ao outro os irmãos, Betelgeuse teria outras irmãs de outro casamento, mas essas não foram incluídas dessa vez, a histórias delas é pode ser encontrada no capítulo que trata das Três Marias, que é posterior ao capítulo do cinturão de Órion, o Sol com seu Apolo, seu Rá, são histórias muito complicadas. Nesse momento, isso não importa, o jogo é que nesse espaço... de tempo..., esses imensos fornos lidam com o excesso de réguas e conceitos vindos das pequena joia, como brinquedos a serem levados a serio. Afinal de contas, ser leve é fundamental nessa irmandade, é o que se espera de uma bola de gás brilhante.

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